Siroué

Como nascemos?

A Siroué nasce da paixão da Elena de Regoyos, mãe de três, jornalista, doula de puerpério, coach parental e assessora de babywearing espanhola. Ela trouxe ao Brasil em 2009 seu amor pelo carregar, com o embasamento de algumas das melhores escolas de babywearing.

O que nos faz únicos?

Nosso design pioneiro de produtos, nossos tecidos exclusivos e diferenciados e nosso compromisso com a qualidade. Sabemos do que falamos e somos profissionais garantidos. Elena de Regoyos (proprietária) é coordenadora da escola de babywearing Bebê no Pano, escola pioneira no Brasil e principal formadora de assessoras de babywearing em língua portuguesa.

SIROUÉ vai além do produto.

Trabalhamos em prol do contato, do vínculo, de bebês (e futuros adultos) plenos e com saúde emocional. Com nossos slings, vendemos momentos de aconchego, contamos histórias, honramos tradições, apoiamos o empreendedorismo materno e defendemos o direito ao colo. Produzimos no Brasil em condições justas.

A arte de carregar no pano

Não é um porta bebê, é o que ele carrega consigo.
É o que ele faz por você… É sentir a experiência na pele.

 

Quem sabe o primeiro invento do ser humano não foi a roda, e sim o portabebê?

O carregar bebês é algo natural da espécie humana, ainda mais “daquele primeiro humano” paleolítico, nômade, caçador e recolhedor de frutos, que ia de cá para lá transladando os escassos pertences, e com os filhos junto, é claro. Filhos, humanos, que os primeiros meses (e até anos) não andam sozinhos nem seguem o ritmo dos pais, e que também não se seguram sozinhos ao corpo deles para serem transportados, como os macacos. Com certeza esses humanos precisavam de maior conforto para carregar seus bebês e de mãos livres para se virar.

Peles, fibras vegetais… devem ter servido para ajudar a carregar esses bebês.
Ao longo dos anos, dos séculos, essa necessidade biológica do bebê humano em nada mudou, já fosse no frio polar, nas florestas tropicais, o deserto, na Europa, Ásia, África… assim como a do adulto de poder ter algo de independência enquanto segura um bebê em cima.

Um mundo inteiro de sociedades se valendo dos materiais ao seu alcance para facilitar o colo, o vínculo, a amamentação e a vida toda.
Foi na industrialização que foi forçado o desapego desse colo, do contato, assim como de tantas outras ações naturais que envolvem o cuidado das novas vidas: partos instrumentalizados, alimentação dos bebês e crianças com leites artificiais e mamadeiras, popularização das chupetas, berços, carrinhos e qualquer ítem que facilitasse o desapego mãe-bebê, para a mãe sair para produzir na indústria, podendo deixar, pela primeira vez na história, o seu bebê longe.

A deshumanização do ser humano.

O novo babywearing surge na década de 70 como um grito de “chega” para a instrumentalização das pessoas desde seu nascimento, uma rebelião em prol do contato, do apego saudável, uma ferramenta de volta ao natural, ao biológico, as emoções. Ao sentir antes do fazer. Novas possibilidades de portabebês, novos formatos e usos surgem, inspirados nos tradicionais das diferentes culturas, para amarrar no aconchego de um pano as mães e seus bebês. Uma arte que tinha sido roubado as mães, a sociedade toda, e que hoje pisa com força renovada no mundo inteiro. É a volta da arte de carregar bebês.

Como usar

Aprenda a usar seu portabebê com segurança, conforto e eficácia em nosso canal do Youtube

 

Wrap

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